14 de jun de 2012

Demolição do QG da Polícia Militar no Centro provoca reação de entidades civis e políticos

O vereador Dr. Edison da Creatinina participou, na tarde de ontem, às 14 h, do abraço simbólico promovido pela sociedade civil contra a demolição do Quartel General (QG)da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, na Rua Evaristo da Veiga, no Centro do Rio. Os manifestantes esticaram uma faixa azul em volta do quartel para representar um grande abraço ao QG e  mostraram faixas e cartazes contra a venda do terreno.
Estiveram no local  representantes da Área Integrada de Segurança Pública da grande Tijuca (Aisp 6), a Associação de Moradores do Centro, políticos, urbanistas, engenheiros e arquitetos da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro (Seaerj).
A venda desse terreno foi recentemente anunciada pelo governo estadual, que pretende vendê-lo para a gigante do petróleo Petrobras.
O governo do Estado pretende negociar o QG, o 6º Batalhão, na Tijuca, entre outros, totalizando 27 prédios públicos.
Segundo especialistas, o prédio do quartel general representa um importante marco histórico da cidade do Rio e sua preservação precisa ser garantida.
Apesar de não ser um prédio tombado e ter sofrido modificações em sua arquitetura, ele tem uma importância histórica e não podemos abrir mão disso em nome do progresso. "Nosso passado ilustra nossas ações para que não cometamos os mesmos erros no futuro", afirmou  o vereador Dr. Edison da Creatinina.
"Espero, sinceramente, que os órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio sejam responsáveis na avaliação dessa questão e não permitam sua demolição", completou o vereador.
Para o governo, a venda do QG da PM e de outros prédios, se justifica pela subutilização e os altos valores gastos na manutenção desses locais.


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