19 de mar de 2012

Sindicato dos Médicos do RJ recebe Marcelo Freixo para debate sobre políticas públicas de saúde

No final da tarde dessa segunda-feira, 19 de março, o Deputado Estadual Marcelo Freixo compareceu a sede do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro - SINMED, para debater sobre o Sistema de Saúde do Município do Rio de Janeiro. Na mesa estavam os vereadores Dr. Edison da Creatinina (PV-RJ), Paulo Pinheiro (PSOL-RJ), o presidente do SINMED Dr. Jorge Darze e do presidente do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Dr. Afonso Fernandes Rocha.

Marcelo Freixo iniciou sua fala expondo sobre as dificuldades de fiscalizar as ações do governo. Apresentou documentos que comprovam a necessidade de se buscar informações sobre as contratações da área da saúde. Segundo Freixo, a cidade precisa reconhecer os processos de manipulação impostos pelos governos estaduais e municipais, em relação a má administração das OS´s, que cria distorções dentro do âmbito da administração pública e ainda reforça:
" Encontramos médicos de carreira, concursados,  com salário de  dois mil reais, chefiando médicos contratados pelas OS´s com salários próximos a sete mil reais". Para o Deputado Freixo, isso é uma realidade que precisa ser reparada, pois trata-se de uma injustiça sem precedentes na história do serviço público, que precisa sofrer um processo de revalorização.

O Vereador Paulo Pinheiro reiterou a  sua condição de oposição ao governo Paes, juntamente com o vereador Dr. Edison da Creatinina. O vereador Paulo Pinheiro declara que não se pode mais ficar em cima do muro, pois a situação da saúde no município requer atenção máxima, urgente.

O vereador Dr. Edison da Creatinina que vem acompanhando de perto a saúde no município avisa que não se pode ficar de olhos fechados para a realidade. Para o Dr. Edison, a situação é insustentável. O vereador afirma ainda que a atual ética de mercado, revelada pela matéria do Fantástico, precisa ser apurada com rigor e cabe ao governo dar resposta para esse tipo de desvio moral. Foi dada a palavra a médicos e estudantes da plateia, que puderam fazer perguntas e colocar suas visões sobre o atual sistema de saúde. Foi consenso que a classe precisa se unir para evitar que a saúde não seja refém da atial adminsitração.

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